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Quem faz a Música? > Mestros, Bandas e Orquestras
Maestro Gil Amâncio
O Maestro Gil Amâncio, nascido em Recife, Pernambuco, é Mestrando em Educação pela Universidade Nova de Lisboa – Portugal.
 
Ele, que também é Mestre em Educação Musical Infantil, formado em Licenciatura Música –UFPE e membro Fundador da Associação Brasileira de Canto Coral, é o nosso entrevistado. Vamos conhecer mais sobre o seu excelente trabalho?
 
1. Maestro Gil Amâncio, como foi o seu primeiro encontro com a música?
R. Escutando meu pai cantando côco de roda, no encontro de violeiros que ele fazia no quintal de casa, regado a macacheira com galinha caipira.

2. Por que surgiu a vontade de estudar piano?
R. Minha mãe disse que achava bonito piano e a partir daí, eu escutava a sanfona tocando e repetia os dedos na parede como se fosse o teclado. Até  chegar na banda de música da Escola Estadual Dom Vital num bairro de Casa Amarela, na cidade do Recife e ter primeiro contato com a tuba, depois trompete. Ao sair dos cuidados do mestre José Tenório, a quem registro gratidão por ter iniciado os primeiros signos musicais, segui para a Escola Técnica de Música, anos atrás conhecido como Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife, oriunda do Projeto Aspiral, onde fiz o Curso Técnico de Piano.
 
3. Qual é a música que mais gosta de interpretar ao piano?
R. Composições autorais para balés. A música, que segue no link abaixo, compus para a mais importante bailarina de frevo contemporâneo, chamada Flaira Ferro.  
https://www.youtube.com/watch?v=ueflaad5fdg
 
4. Você também compõe?
R. Sim, componho. Gosto muito do gênero MBC - Música Brasileira de Concerto.
https://www.youtube.com/watch?v=usx07vijzfs

5. Quando surgiu a ideia de montar uma orquestra de bailes?
R. Na década de 90 montei uma orquestra chamada Pindhayba Banda Show, com repertório de big band, jazz, blue, mambo e boleros. Tinha a função de sair da "pindayba" do liseu de estudante. Mas agora estou arquitetando a estruturação de uma orquestra new´s, inclusive para tocar frevos dodecafônicos mambo e boleros também.
 
6. Qual seria o repertório musical dessa sua orquestra?
R. Terá duas vertentes de repertórios. Um bloco comercial para bailes dançantes com boleros antigos e músicas da velha guarda. Outro bloco será de música contemporânea do ponto de vista escolástico como frevos dodecafônicos, cantigadas de rodas minimalistas e músicas folclóricas atonais fundidas com música eletro-acústica.
 
7. Onde pretende que a sua orquestra atue?
R. Bailes, casamentos, festa de empresas com o bloco -1 (músicas da velha guarda). Com o bloco dois: gostaríamos de atuar em work shop de músicas internacionais e festivais de músicas nacionais e internacionais.
 
8. Na sua opinião, por que atualmente não existem muitas orquestras de bailes?
R. A dinâmica do mercado requer o menor número de músicos com um repertório contemporâneo, que não mais arquitetado em orquestra de baile. Isso soma-se a falta de conhecimento técnico dos nossos representantes políticos que não disponibilizam incentivos financeiros por meio de emendas parlamentares, por exemplo, para escolas de música do povo como bandas de música. Eles não estão errados simplesmente porque podemos afirmar que só valorizamos o que conhecemos. Se eles não conhecem, não vão valorizar.
Terceiro aspecto que se soma à diminuição das orquestras de bailes: falta de política de educação musical com maior seriedade e produtividade pedagógica nas três esferas de governo: municipal, estadual e federal. Falta uma política de ensino da música. Entendendo política como a arte de programa e planejar para pequeno, médio e longo prazo.
 
9. Como você observa o quadro musical atual no Brasil?
R. Falta cumprir a lei 11.769 que obriga o ensino da música no país.
 
10. Maestro Gil Amâncio, você poderia deixar um recado para os internautas da nossa web revista musical Fala Maestro?
R. Deixo e recado que vamos sair da condição de pedintes dos gabinetes espalhados nos 5570 municípios do Brasil. Não merecemos continuar vivendo de migalhas. Teremos nosso próprio partido político cultural. Quem quiser apoiar essa causa da fundação do Partido Nacional da Cultura. Quem quiser participar, entre em contato conosco:
 
Cel.: (81)9.8538.1294 (whatsaap)
 
Email: givanildo.amancio@gmail.com
 
Para mais informações:
 
http://partidopoliticocultural.blogspot.com.br/2009/

Ouça as maravilhosas interpretações da Orquestra de Vozes no FREVO (100% vozes humanas) no link:
 
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